Devaneios sobre o subcosmo

Houve um tempo em que se acreditava que Planetas eram as menores partículas que compunham o universo. Foi um tempo de muitas descobertas, quando algumas décadas antes, havia se descoberto que os seres vivos eram compostos por tecidos cósmicos feitos de Galáxias. Ninguém antes imaginara ousar pensar que a membrana de seus dedos, por exemplo, não eram sólidas e fechadas, e sim, “furadas” por assim dizer. Quando algum espertinho veio com um invento chamado telescópio, e disse exatamente isto. Imagine então, como a população se surprendia cada vez que um pesquisador mostrava que se podia dividir um material em pedaços cada vez menores, e mais e mais. Era de se imaginar que essa divisão terminaria em algum ponto, afinal, algo não pode ser infinitamente dividido.

Por isso, quando se descobriram as Estrelas, partículas tão minúsculas que nem o mais poderoso telescópio cósmico eletrônico poderia, de fato observá-las, pressupôs-se que eram as menores partículas existentes.

Mas algumas perguntas continuaram a aparecer conforme evoluia a ciência. Perguntas que o modelo estelar já não oferecia mais respostas. Logo ficou claro, deveriam existir partículas que compunham as estrelas. Descobriu-se então os Planetas Orbitais.

Os Planetas, quase sempre milhares de vezes menor que uma Estrela, orbitam em volta destas movidos por forças atrativas, gerando todo tipo de energia que compõe uma Estrela, e que definem de uma maneira ou outra as propiedades destas. Isso foi revolucionário. As descobertas e as tecnologias que permitiam descobri-las andavam juntas, crescendo cada vez mais rápido a cada descoberta.

Logo, uma infinidade de Estrelas já haviam sido estudadas com seus devidos Planetas definidos, de tal modo que muito já se sabia sobre como cada Planeta influenciava a Estrela de que fazia parte, como um conjunto suficiente de Estrelas poderiam formar Galáxias e assim por diante, com as Galáxias formando os tecidos cósmicos que compõe a pele de nossos corpos.

Claro, as Estrelas não compõe apenas sistemas orgânicos, como tecidos cósmicos. As Estrelas formam todo tipo de matéria no universo, desde um escrevedor até um navio voador comercial.

Hoje as usinas estelares que fornecem energia, fazem isso através do conhecido processo de fissão estelar, onde barras de Nebulosas enriquecidas possuem Estrelas em ponto de ruptura. Essas Estrelas, conhecidas como Supernovas, são destruídas liberando energia. O processo que leva poucos segundos, destrói a maioria das Supernovas da Nebulosa, e a energia liberada por uma barra é o suficiente para abastecer uma polis grande por uma semana. Isso nos dá uma idéia da força que existe dentro de toda a matéria.

Não precisamos nos alarmar em sair explodindo no meia das estradas. As Supernovas só passam a existir após um processo de enriquecimento energético das Estrelas, algo que espontaneamente não acontece muito.

Uma pena que nem todas as grandes descobertas tem somente um bom uso. A trágica história da descoberta da fissão estelar mostra que qualquer boa idéia pode ser deturpada. O desenvolvimento da primeira bomba estelar precede as usinas. Muitas vidas foram tomadas em combate por uso destas bombas. Ainda hoje se fabricam bombas estelares, mas há anos que não se utiliza uma, por decretos oficiais que proíbem o uso desgovernado destas para testes de potência, pois os riscos à saude são muito altos em áreas muito grandes.

Entre os muitos mistérios que existiam e os que ainda estão por vir, poucos são mais interessantes que o estudo aprofundado dos Planetas. Talvez, a descoberta de que a luz existe no nível subcósmico se equipare. Muito surpreendente foi a descoberta de que por alguma razão, a luz parece ter uma velocidade diferente da que possui no resto do universo. Em nível subcósmico, a luz se move mais rápido que o normal, porém ainda constante.

Não se sabe ainda o motivo, mas para se ter idéia das repercussões disso, o exemplo mais simples é imaginar que, se houvesse algum tipo de forma de vida subcósmica habitando uma Estrela, o tempo passaria mais rápido para eles do que para nós. Claro, isso é um absurdo.

Os Planetas, que na época de suas descobertas eram apenas um componente de um objeto maior, Estrela, mudou drasticamente de posíção. Existe muito esforço, tempo e ócio criativo envolvidos no estudo de uma classe especial de Planetas.

Há alguns meses, cientistas anunciaram sua perplexidade ao notar algumas formas de energia ativas em um Planeta específico, batizado pelo número 73554Te, ou Te. Eles estavam tão confusos pois esta energia que percorre o planeta Te é desordenada e ainda sim, muito organizada. Estudos recentes mostraram que no planeta Te, existem agrupações de energias em focos muito concentrados em alguns pontos, porém a energia nunca está estática. Da mesma maneira que o Planeta em si está em órbita de sua Estrela, batizada 501Sol, a energia neste Planeta sempre se move.

Os cientistas diziam que aparentemente, essa energia não possuia objetivo, pois não afetava em nada o Planeta, de modo que de início, o Planeta Te agia como outro Planeta qualquer. Mas em poucos meses, se soube que aquela energia se excitou de maneira avassaladora, freneticamente liberando energia para dentro de Te, ao invés de para fora como se esperava. Isso fez com que o Te começasse a deteriorar.

Pela lei relativística que diz que o tempo se passa mais rápido em nível subcósmico, o rápido decaimento de Te leva os cientistas a prever que ele não tenha mais uma vida tão longa quanto alguns meses atrás se esperaria. A energia está destruindo o planeta Te. Enquanto isso não é alarmante para ninguém, pois é um caso isolado, é extremamente intrigante.

Alguns cientistas por outro lado temem que este tipo de energia possa surgir em outros tipos de planetas, começando um decaimento de cada vez mais planetas. A origem desta energia não é muito bem compreendida, e até onde os cientistas sabem, é virtualmente espontânea. A física nos diz que energia não surge, então quando se diz espontâneo, é mais força de expressão. O que se sabe é que a energia surgiu na superficie do Planeta e aparentemente, não veio de nenhum outro lugar.

De uma maneira fatalista, o pior caso imaginado é esta energia surgir espontaneamente em todos os Planetas, destruindo-os. E consequentemente, todos os Planetas que formam a matéria do universo. Estatisticamente falando, isso é impossivel, e o caso isolado do Planeta Te não parece se repetir em nenhum outro Planeta.

Os cientistas estão chamando esta energia de humana, em homanagem ao seu descobridor, Anto Humman. A energia humana age como se uma população habitasse o Planeta Te.

Enquanto isso, o universo continua funcionando, em todas as escalas.

Muito ainda há muito a se descobrir sobre os mistérios microcósmicos. E quando se pensa tanto nas descobertas que fizemos e fazemos, não é difícil se pegar imaginando “Será que lá fora, em uma escala supraatomica, nós também não pareceríamos apenas Estrelas e Planetas e não um lugar habitado por vida inteligente?” Absurdo, é claro.

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Comments
6 Responses to “Devaneios sobre o subcosmo”
  1. Victor Carity disse:

    Eu tinha que colocar isso em um lugar que você pudesse ver fácil.Confira!http://www.youtube.com/watch?v=5kYhCbFtsXU

  2. Mauricio Torres disse:

    Vitor e os videos deles…
    Néééé

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  1. […] – “Devaneios do subcosmo” : Este texto, de certo muito confuso, é confuso demais de se explicar. Tente imaginar que tudo é […]



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